Série #Desafios 2014 – Pedal da Conquista do Morro do Saco em Pomerode

A descida vai ate o inicio dos morros

Para inaugurar o retorno do site em nova hospedagem e configuração, segue como primeiro post o pedal que fiz na semana anterior ao Audax de Joinville.

 

16 de março, um domingo que amanhecia ensolarado, alguns dias depois do meu aniversário de 4.1, resolvi colocar o motor à prova e subir o famoso Morro do Saco, encravado na divisa das cidades de Pomerode e Rio dos Cedros.

 

Para variar, novamente um pedal solitário, este sofrido e decrépito projeto de ciclista resolveu sair de Blumenau pelo lado norte, pela região da Itoupava Rega, descendo a localidade conhecida como Strassman, saindo quase aos pés da Serra de Jaraguá do Sul, mas do lado Pomerodense.

 

Quando cheguei no asfalto em Pomerode, se mostrava um belo amanhecer e ao longe o morro me esperando, tinha tentado subir em janeiro o mesmo local, mas fiz a tentativa pelo lado de Pomerode, entrando na Casa do Imigrante, as margens da Rodovia que leva a Timbó, mas desisti uns 1300 metros antes do topo, vencido pelo calor e cansaço.

 

Desta vez, optei por fazer uma subida um pouco mais dificultada, entrando pela Rota Enxaimel, próximo a Unidade da Malwee Pomerode, fazendo na realidade parte do dia 01 do Circuito do Vale Europeu de Cicloturismo em sentido contrário, primeiro trecho tranquilo, plano com uma leve aclive, até chegar no final da Rota onde tem a primeira subida em direção a Estrada Carolina, o inicio da subida foi brindado por uma fantástica vista das casas e suas chaminés esfumaceantes, preparando o café da manhã com o sol nascendo sobre as montanhas.

 

Ao final dessa subida, entro a esquerda, o caminho em frente segue para Jaraguá do Sul, a partir desse ponto é a conhecida Estrada Carolina, que leva a localidade de Rio Ada em Rio dos Cedros, um pequeno reduto de alemães em meio aos italianos, segue-se por este caminho até chegar uma placa de divisa de municípios, Pomerode/Rio dos Cedros, momento para recuperar o folêgo, tomar água e descer a serra, onde após a descida, passa-se um pontilhão e logo após entra a esquerda para começar a ascenção ao topo do morro em sim.

 

Tendo já enfrentado vários kms de subida, olhar para frente e ver mais alguns kms para escalar não é a visão mais agradável para quem nunca curtiu morros, mas como o Audax de Joinville me brindaria com a subida da Dona Chica, aí vamos nós.

 

O caminho todo é brindado por visões paradisíacas, com pastos verdes, montanhas cobertas em grande parte por vegetação nativa e muitos cursos d’água que convidam a um banho para se refrescar.

 

O porém desse caminho, fica pelas péssimas condições da estrada, com muitas pedras e erosões, tornando a subida pedalando, bastante técnica e com uma boa dose de risco de queda para quem pedala clipado, mas toda essa dificuldade é compensada pela visão que se tem ao olhar para os lados e ver por exemplo a Serra de Rio Milanês e aos fundos os Morros da região de Rio Bonito, já na região dos Lagos em Rio dos Cedros.

 

Algumas fotos batidas, cheguei ao topo depois de muita pedra e muito suor derramado, pois o tempo se mostrou bastante teimoso nesse dia, mas chegar a uma altitude acima de 600 metros, com aspectos ainda bastante agrestes e ver Pomerode no fundo do Vale, o Morro Azul ao longe, bem como aves que não se vê na parte baixa do Vale, compensa o sofrimento da sofrida e cansativa subida deste ciclista em treinamento ainda depauperado.

 

Vistas e cenários devidamente fotografados, era chegada a hora de retornar para casa pelo caminho mais longo, ou seja, asfalto, o que optei por abreviar uns 12kms antes de casa, pois meu tempo estava no limite, assim como minha condição não estava das melhores pelo calor e queria me poupar para o Audax que seria na semana seguinte em Joinville.

 

Bem, espero que curtam o relato e as fotos e nos próximos dias sai do forno o relato do Audax de Joinville, esse sim, um evento e tanto para contar.

 

 

Um forte abraço e que a fiquem tentados a ir na garagem pegar a bike e darem um rolê.

 

(Imagens no álbum de fotos)

patrocinio
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09/02/2014 – 1° Desafio Janio Rossa de Regularidade – Etapa de Navegantes

Domingo, 09 de fevereiro foi o dia que escolhi para fazer o inicio da temporada das competições de bike nesse ano.
A prova escolhida foi o 1º Desafio Jânio Rossa de Regularidade, na etapa de Navegantes.
A programação inicial era de que seriam 60 kms, mas em decorrência da necessidade de segurança, foi alterado para segundo o site 55 kms.
Minha idéia inicial era de que eu iria no sábado com a família, mas em decorrência de necessidades familiares, isso não foi possível e fui apenas no domingo de manhã, de casa direto para a largada, o que valeu a pena pela vista na 470 no caminho de Navegantes.
Chegando em Navegantes, fui direto para o local da largada retirar o kit da prova, para ai me preparar para largar.Bike preparada, encontrei o amigo Jailson de BC, que veio pegar sua camiseta CrazyBiker de verão(marca se espalhando por ai)….ele que estava ali com seu grupo, infelizmente, não tive oportunidade de tirarmos uma foto juntos.
Logo ainda encontrei os amigos Eder Motta e Jackson Fabiano Cunha da equipe #SentaPerna, que conhecia apenas do face e que também são apoiados pela Happy Bike, grandes figuras e pedalam pra caramba, grandes figuras, espero logo ter a oportunidade de pedalar com esse grupo.
Como sempre sou um rapaz pouco sortudo, acho fotos de todo mundo, menos de mim mesmo.Passada a agonia de ir pro alinhamento, aquele frio na barriga que sempre dá antes da largada e tal, seguimos em direção ao Farol, para depois voltarmos para a beira mar e ir em direção a Gravatá.
Chegando em Gravatá, pegamos uma rua a esquerda antes de chegar em Armação, entrando para o interior de Navegantes, com estrada de chão, poeira, pedra e tudo que tinha direito.Ali antes de pegar o caminho para a localidade de Machados, estava o PC1, depois pegamos o caminho de Machados, para mais uns 3 kms a frente encontrarmos um PC intermediário.De lá, era retornar e seguir até o asfalto onde pegava a Francisco Schimidt até no “Centro” do Gravatá, para então pegar a direita e seguir de volta a Navegantes, passando pelo Bairro de São Domingos e ir até o PC3 no bairro de Machados, mas no outro lado da rodovia.Passado esse PC, era socar a bota de volta até na Beira_Mar, dar outra volta no farol e ir pra chegada, entristecido pelo tempo passado.De modo geral, fiquei satisfeito com minhas condições, falta acertar alguns detalhes de postura na pedalada, obviamente ainda diminuir alguns quilos excedentes e aumentar a resistência, mas de modo geral fui bem dentro das minhas expectativas e se não fosse pela necessidade de carimbar passaporte, teria tranquilamente terminado a prova pelo menos 25 minutos mais cedo.Segundo a organização o tempo de prova foi de 2:53, mas o gps marcou 2:28, ou seja, 25 minutos perdidos, visto que 60kms, é distância que já pedalo sem necessidade de parada.Antes de dar minha derradeira opinião pessoal sobre a prova, cabe um agradecimento especial ao meu apoiador Silvio de Itajaí, da Cúpula Criativa pela arte e aos irmãos Silvano e Adilson também apoiadores da Furbo de Benedito Novo, responsáveis pela confecção da nova versão da camisa.
Como eu tinha a intenção de conseguir uma camiseta extremamente fresca e leve e os produtos que se acha no mercado, dificilmente satisfaçam pessoas com problemas com temperaturas elevadas e suor excessivo, deixei os dois incumbidos de me fazerem uma camisa em um tecido que ainda estão experimentando e eu me coloquei a disposição para ser uma cobaia e ver o resultado.
Como se vê facilmente na foto, o tecido é todo perfurado, o que lhe da uma sensação de extrema leveza, segundo os fabricantes, cada camisa fica aproximadamente 15 gramas mais leve. O tecido é uma Tela de Dry Soft, seca muito rapidamente, não permite o acúmulo de suor no tecido, facilitando a evaporação e mesmo pedalando durante quase 3 horas sob uma temperatura média acima de 30°C, não ocorreu nenhuma queimadura por debaixo do tecido, restando dizer que ele esta mais que aprovado para o uso sob as mais duras condições.Finda a análise geral da prova e do teste da camiseta, me sinto na obrigação de tecer alguns comentários sobre a prova em si.Primeiramente, dizer que gostei do trajeto, sendo ele bastante divertido, com belas paisagens, basicamente plano, apenas leves aclives e poucas pedras no trecho não pavimentado.Assim digo que a prova tem tudo para se tornar referência na modalidade de regularidade, desde que se tomem algumas providências de ordem prática, coisa que eu percebi e alguns outros, facilitado pelo conhecimento do meio das provas da região.Em primeiro lugar, o PC1, causou uma desagradável demora, pois tinha apenas o próprio Jânio e mais uma pessoa fazendo as anotações, o que no meu caso causou uma perda de quase 10 minutos, o que mesmo com minha velocidade, poderia facilmente equivaler a 3 kms rodados.Em segundo lugar, cabe melhorar a sinalização, colocando em alguns cruzamentos/entroncamentos mais de uma placa e que essa placa seja num tamanho maior, pois vi várias pessoas se enganarem, tendo que retornar e alguns outros que levei a tiracolo, visto que tinha tomado o cuidado de carregar o trajeto no GPS, o que me permitiu não depender da sinalização e/ou planilha.Em terceiro lugar, podia se evitar a necessidade de devolução da plaqueta de numeração usada na prova, afinal essa mesma tem um custo razoavelmente baixo e já é lendário no meio esportivo que os competidores colecionam as tais plaquinhas com tanto gosto quanto medalhas e camisetas.No mais, dá para dizer tranquilamente que a prova se mostrou bem abastecida no quesito alimentação e hidratação, ficando apenas as observações acima como pontos negativos, mas que de qualquer forma podem ser facilmente sanados.Novamente, preciso agradecer a equipe da Happy Bike, ao Silvio da Cúpula Criativa, ao Adilson e Silvano da Furbo Camisas Esportivas e ao Elton da Academia Impacto Fitness,  e claro a minha família que me apoia e entende as minhas horas de ausência.E um agradecimento muito especial ao amigo virtual e agora real, Luis Augusto Ramos Xavier, que veio ao local da chegada para prestigiar os amigos que estava correndo. Obrigado amigo.
E como de costume, não posso deixar de dizer que a bike novamente se mostrou perfeita, apenas preciso encontrar um lubrificante “seco”, melhor para usar nessas condições.Seguem abaixo os dados da prova no Strava e no Wikiloc para quem quiser acompanhar, espero que gostem da leitura e se tudo der certo, a próxima já será com o site instalado em nova plataforma, de forma mais profissional.Um forte abraço e bons pedais.
(Imagens no álbum de fotos)
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Série DESAFIOS 2014, a Subida do Santo Anjo em Massaranduba, 561 metros de sofrimento.

Como a ideia é em 2014 enfrentar alguns desafios pessoais e as subidas ainda são um problema para mim, o domingo(02/02) serviu para me colocar a prova. Sai de casa antes de amanhecer, pegando a estrada para Luis Alves.
Alguns quilômetros pedalados e o dia amanhecia coberto por uma névoa sinistra que serviu como cola para poeira na bike e no corpo deste pobre ciclista. A idéia era entrar pelo caminho de Segundo Braço do Norte, ao lado da Igreja da foto, seguir por alguns kms e pegar outra estrada a direita para sair no Primeiro Braço do Norte.
Mas o caminho estava tão bom de girar que não vi a estradinha que tinha de entrar e acabei fazendo o caminho do Segundo Braço inteiro, o que me custou alguns kms a mais no projeto, mas me brindou com um amanhecer belíssimo sobre os Alpes Massarandubenses, estradas essas repletas de pequenas capelas e casas antigas.
As subidas monótonas são compensadas pelas belas paisagens. Seguindo esse caminho, cheguei na localidade do Guarani, na baixada em Massaranduba, próximo a Mirage, conhecido no passado como Aluisio, um dos locais onde este que vos fala já fez muita festa nos anos 90. Histórias a parte, esse erro de percurso me sacaneou, pois acabei numa altitude de 40 metros, sendo que teria de fazer o Primeiro Baço do Norte subindo, para chegar no acesso do Morro do Santo Anjo, acesso que fica a 190 metros de altitude. No caminho uma parada para um reabastecimento e uma foto do do morrinho que me aguardava e me desafiava alguns kms a frente.

Mais alguns kms de poeira e na Igreja de São Paulinho, começa um trecho de asfalto, muito bom por sinal que vai vários quilometros a frente e leva ao acesso do morro que me aguardava.

Comecei a subida ainda no meio da lúgubre névoa, olhando para o relógio vi que me sobrava pouco tempo, visto que meio-dia teria um compromisso de família inadiável. Comecei a surrada subida, olhando para o relógio, pensando no tempo que eu não tinha, nas subidas que odeio, algumas centenas de metros a frente, cheguei mesmo a virar a bicicleta para voltar e ir para casa com empo de sobra, mas a vista e o gosto amargo da derrota, não me permitiram retroceder. Segui em frente, com o suor jorrando em bicas.
De metro em metro, fui me desafiando, olhando a frente, vendo o topo do morro tomando forma cada vez mais. Brindado por algo que até hoje só encontrei no Morro do Cachorro, a sensação de que o morro tem um microclima, com a temperatura em determinada trecho cair em torno de 4°C, para algumas centenas de metros a frente voltar com tudo e subir. Uns 500 metros antes do topo encontrei uma pessoa descendo de carro, perguntei para o risonho mortal quanto faltava ao topo, ele respondeu que apenas uns 500 metros, mas que dali em diante seria apenas subida, olhei para ele e apenas perguntei, Sim, mas o que foi isso até agora??Descida???
Mas bem que o homem tinha razão, certo trecho próximo ao topo o gps registra a sinistra inclinação de 46%, óbvio que arreguei e empurrei, mas mesmo para empurrar é um desafio árduo, evitei até mesmo cuspir, porque me preocupava o fato de que o cuspe podia cair na testa….

Chegando ao topo, fui brindado por uma vista totalmente limpa em todas as direções, sendo até mesmo possível avistar o mar na região de Barra Velha e todos os arredores , com Massaranduba, São João do Itaperíu, Luis Alves e os morros do norte de Blumenau.

No topo do morro mostra-se o quanto ainda é forte a religiosidade no povo da pacata Massaranduba, com uma capelinha e uma pequena área para a realização de missas, onde inclusive anualmente se realiza uma festa paroquial.

Fotos batidas para registrar o memorável momento, era 10 horas quando mandei um sms para minha esposa para preparar os meninos a partir das 11 horas, pois eu estava saindo e iria detonar geral no caminho para conseguir cumprir os compromissos assumidos.

Desci o morro cuidadosamente, mas quando entrei no asfalto, soquei a bota, conseguindo chegar em casa antes das 11:30, sendo que o caminho tem várias subidas, muita poeira e muito areião, o que se vê do estado da pobre bicicleta, mas novamente a bike se mostrou perfeita.

Missão cumprida, foi cair no chuveiro para atender as demandas familiares.

Como resumo e dica para quem quiser conhecer a subida lazarenta, e optar por sair via Vila Itoupava, fica a dica de seguir o caminho do Segundo Braço do Norte, dando por esse caminho em torno de 26kms saindo do centro da Vila, ou seguir até Massaranduba e subir por lá, mas recomendo a ida saindo da Vila, fazendo o percurso que fiz na volta, pois as paisagens compensam, de qualquer forma, seguem abaixo as coordenadas em versão Wikiloc e Strava, faço votos de que sofram bastante na subida, mas serão recompensados no topo.
Agradecimentos a equipe da Happy Bike, ao Silvio da Cúpula Criativa, ao Adilson e Silvano da Furbo Camisas Esportivas e ao Elton da Academia Impacto Fitness,  e claro a minha família que me apoia e entende as minhas horas de ausência.
Aproveitem a leitura, comentem e compartilhem e até a próxima.
(Imagens no álbum de fotos)
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25/01/2014, Gran Fondo 1 do Strava, Mais um Desafio Solitário.

Como a maioria sabe, eu sou chegado num desafio meio pirado, ai no fim de dezembro o Strava lançou o desafio Gran Fondo 1, que consiste em pedalar pelo menos 130 km num pedal ininterrupto.
Desafio lançado, pensei nas opções e sobrou para ontem, o dia para realizar o desafio, solo como sempre, o que de certa maneira anda me incomodando, mas bora lá, ouvindo música e falando sozinho pelo caminho.
Saí da Vila Itoupava as 05:40 da manhã a caminho de Massaranduba, ainda no escuro.
Fui pela Rodovia Guilherme Jensen até no Posto Pacheco, de onde em frente ao Posto Pacheco peguei a Rodovia que liga Massaranduba a BR 101 em Barra Velha, onde logo no começo o sol nasceu, mostrando que o dia seria mais uma vez quente.
Esse sol, deu um animo melhor para acelerar para chegar rápido na 101, mais uma parada rápida em São João do Itaperiú para tirar umas fotos rápidas e bora…
Alguns kms a frente e acaba a moleza da tranquilidade de interior, entrei na BR 101 e a necessidade de atenção aumenta.
Chegando na 101, 50kms rodados, resolvi fazer uma parada estratégica no Maiochi para tomar café antes de seguir caminho.
Dali em diante foi só alegria, enfrentar os 30 kms até no trevo da BR 470 em Navegantes, os sobe e desce dos viadutos, os motoristas de caminhão tirando fina, como se a meta deles fosse andar com uma roda do lado de fora da faixa branca lateral, mas compensado pela vista do mar em parte do percurso, a vista do Morro do Bau no horizonte na altura de Piçarras e uma paradinha rápida na beira da rodovia para um tomar um gel e passar protetor solar e seguir caminho.
Antes de chegar no viaduto da 101 em Navegantes, mais uma paradinha para uma abastecida e se preparar psicologicamente para enfrentar o trecho de 30 km entre a 470 e Luis Alves.
Esse trecho é um teste de sobrevivência de qualquer biker, apesar de ser uma região linda e fazer parte do Circuito Costa verde e Mar de Cicloturismo, a rodovia esta abandonada a décadas, o acostamento é inexistente e a pista em si é um mar de buracos sendo que nem a margem da rodovia tu consegue pedalar em linha reta, pois é toda coberta de trechos com buracos, uma vergonha em nível nacional, quando se chega na placa turística que faz menção ao roteiro cicloturistico, tem uma placa do governo federal que fala em quase meio milhão de reais de investimentos em sinalização…no meu humilde ponto de vista, deveriam ter investido esse dinheiro na revitalização da rodovia, tão importante para escoamento de carga e ligação com o litoral.
Trecho realmente complicado, quase atropelado por algum babaca numa Range Rover Evoque preta, que vinha ultrapassando a toda na contra-mão, mas ao mesmo tempo bucólico com as paisagens e o tio do picolé de bike tocando seu apito.
Antes de chegar na cidade, resolvi aproveitar um gramado com um enorme sombreiro para dar uma relaxada do sol do meio-dia.
Luis Alves é tipicamente a cidade de interior, calma e pacata, com sua igreja no cume do morro, suas quedas de água em pleno centro da cidade, o povo educado, enfim, um paraíso.
Dali para frente são apenas uns 17 km até em casa, mas de subidas e poeira, mas de qualquer forma, deliciosos de pedalar, com o rio de um lado e o mato do outro, quase em casa, já dava para ficar feliz com o desafio cumprido.
Resumo da ópera, desafio cumprido, com 131.3 km rodados em 6:58 de pedal, com média mais que suficiente para cumprir um Audax, o que por hora é minha meta principal do ano esportivamente, ou seja, chegar até no Audax 1000k. A bicicleta novamente foi perfeita, completando 2000 kms rodados com ela, sem problemas e apenas uma troca de corrente.
Ficam meus agradecimentos nessa empreitada a equipe da Happy Bike, por deixar a bike perfeita para girar, ao Silvio da Cúpula Criativa pelo apoio na montagem e manutenção do site e criação da minha marca, ao Adilson e Silvano da Furbo Camisas Esportivas pela confecção da minha camiseta e ao Elton da Academia Impacto Fitness, onde treino a musculatura e pela colaboração na suplementação e claro a minha família que me apoia e entende as minhas horas de ausência.E um agradecimento especial ao amigo Luís Augusto Ramos Xavier, que saiu do conforto da sua casa para tentar me encontrar no caminho e fazer meu reabastecimento de água, a irmandade do pedal não é fraca, te espero para pedalar comigo uma hora dessas.
(Imagens no álbum de fotos)
Obrigado a todos, boa leitura e abaixo segue o pedal no Strava.
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 30 e 31/12/2013, DIA DA TRADICIONAL PEDALADA PARA O ERVINO

Como de costume nos anos 90 e costume retomado no fim de 2012, combinei com o pai dos amigos Carlos e Roger, a minha ida solitária a casa deles na Praia do Ervino, nos moldes que fazia nos anos 90, ou seja, sem carga e no melhor estilo Randonneur, sem apoio e sem a mínima chance de ligar para alguém e pedir ajuda.
Dia 22/12/2013, foi tudo combinado e no dia 29 tratei de preparar tudo para enfrentar o asfalto, que nesse fim de ano foi tão agradavelmente quente.Sem esquecer de dizer que mais uma vez a minha ORBEA mostrou ter sido uma excelente escolha.
Como já é de costume, minha idéia era de sair cedo, mas quem disse que conseguia dormir, a agonia de chegar a hora era a mesma que teria se fosse a primeira vez., mas acordei cedo e antes do sol nascer, partia em direção a Massaranduba, onde no trecho até Guaramirim, curti o nascer do sol fantástico, como só os praticantes de esportes outdoor tem.
Passado o momento nostálgico era o momento de chegar em Guaramirim e pegar a temida BR280, com o enorme movimento de caminhões e ainda mais carros em decorrência da aproximação da virada do ano, mas foi tudo tranquilo, ao menos até no Viaduto com a BR101.
A partir do Viaduto da BR101, a coisa complica como sempre, mais movimento na BR280, com o pessoal que vem pela própria 101 e o pessoal de Joinville que vai as praias de Sã Francisco. Sem contar o movimento de maquinas no acostamento, o que tudo somado me fez abreviar o caminho, tendo em vista que a idéia era ir até SFS no Centro e chegar no Ervino pela praia, mas a segurança falou mais alto e entre no acesso ao Ervino na 280.
Tirada a tradicional foto na placa do acesso pro Ervino, era hora de enfrentar um dos piores acessos a praia de SC, que em boa parte já esta asfaltado, mas ainda faltam alguns kms, onde reina poeira, pedra solta e motorista irresponsáveis, que correm como loucos, o que traz certa preocupação em como será quando o asfalto estiver todo concluído.
Chegando no Ervino, o negócio foi se hidratar com algumas cervas geladas, almoçar e no começo da tarde dar uma banda de carro nas praias do norte da ilha, que por fim não rendeu muito, diante do enorme movimento que tinha, mas não muda a paisagem da região que acho fantástica.
De volta ao Ervino ainda deu um tempinho para uma caminhada de leve para curtir o pôr do sol e jogar conversa fora com os amigos.
A ida foi extremamente agradável, como saí de casa cedo, não peguei calor muito forte, deu para pedalar num ritmo razoavelmente constante, sem paradas desnecessárias, apenas o tradicional café no Posto Sinuelo de Araquari, mas o negócio iria pegar na volta. Abaixo o roteiro da ida.
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Como sou um hóspede que não gosta de incomodar, programei minha volta pro dia seguinte, 31/12, para sair por volta de 8 horas, o que realmente ocorreu, com um leve atraso, afinal que resiste ao café da manhã na casa de amigos de longa data onde sempre se é bem vindo.
Mas a estrada em compensação cobrou seu preço, para começar o trecho de saída da praia, já se estressar com as más condições, os motoristas apressadinhos, poeira e pedra, mas cheguei na 280 por volta de 08:45 com o sol já alto e forte.
A volta nem me permitiu muita parada para fotos, pois o calor era demasiado, foi só em algumas paradas estratégicas em árvores a beira das rodovias e abastecimentos de líquidos, que beiraram o exagero, mas absolutamente necessários, pois a temperatura subiu rápido, chegando a mais de 44°C.
Foram consumidos desde a saída na praia até a chegada em casa, 7,5 litros de liquidos, contando água, uma laranjinha e duas cervejas geladas para refrigerar o motor. Fica aqui o conselho para quem gosta desse tipo de pedal, hidratação ao máximo, sempre usar protetor solar acima de fator 30, usar óculos de sol de boa qualidade e se possível usar uma bandana no estilo das Ecohead, muita gente tira sarro, mas é um acessório útil e muito importante, pois além de proteger a cabeça do contato direto com o capacete, evita que suor escorra em demasia nos olhos e pode ser usado na forma de um boné legionário o que protege a nuca das queimaduras pela exposição constante ao sol.
Quanto aos óculos, desde o fim do ano optei pelo Shimano CE-S70R, com uma boa relação custo-benefício, 3 jogos de lentes, um bom case que protege as lentes na mochila e regulagem da inclinação das lentes, APROVADÍSSIMO e a venda no meu patrocinador, a Happy Bike de Blumenau. http://www.happybike.com.br/
(Imagens no álbum de fotos)
Segue abaixo o roteiro da volta, espero que gostem da leitura, das fotos e bora lá partir para mais algum pedal para compartilhar com os amigos e conseguir assim inspirar mais e mais gente ao uso da bicicleta, tanto no dia a dia quanto para o lazer ou como prática esportiva. Um forte abraço e bons pedais.
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Dia 22/12/2013 – Antigas ligações Velha/Garcia-Da Velha para o Sufoco.

Depois de ter tomado o gosto, fazendo o Morro do Gato, um domingo depois, resolvi fazer a travessia velha/Garcia pelo Morro do Sufoco, entrando pela Velha. Sai da Vila Itoupava, Furb, Velha, entrando pela Jorge Lacerda, José Reuter, de onde vai para a Hermann Kratz e começa a brincadeira.

Poucos km depois do fim do asfalto, a estrada já se estreita e logo se chega na primeira porteira.
A partir dessa porteira a estrada estreita de vez, águas cristalinas na beira da trilha, casas sinistras na floresta(reflorestamento de eucalipto)…..na realidade a casa nem é sinistra, mas sim destruída por vândalos, segundo o primeiro morador na saída no lado da Garcia, a casa foi destruída por alguns malandros de moto que teriam tacado fogo.
O lugar é tranquilo para pedalar, mas tem umas subidas bem técnicas que exigem muito cuidado para não tombar, ainda mais para quem não tem muita prática com trilhas e andando clipado.
Mais algumas curvas e centenas de metros a frente se chega numa espécie de mirante de onde já da para ver o Spitzkopf, a partir dali é descer, chegando numa casa, onde é de bom tom tomar cuidado e anunciar a passagem, visto que o morador tem certo problema com a passagem do pessoal em decorrência dos vândalos que detonaram a casa no reflorestamento.
Para mim, saindo da Vila Itoupava, o percurso fecha 83.8kms, mas para que estiver saindo do Centro da para fazer tranquilo, mesmo para iniciantes, pois dá no máximo 35kms e o visual compensa e muito, vale muito a pena.
(Imagens no álbum de fotos)
A seguir seguem os dados do percurso no Wikiloc e no Strava.
Espero que gostem e se sintam inspirados a pegar a bike se se mandar para o percurso. Logo postarei os detalhes do tradicional pedal de fim de ano para a Praia do Ervino.
Saudações pedaladas a todos.
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Dia 15/12/2013, o dia de enfrentar a tão falada Trilha do Morro do Gato.

Bem, Feliz Ano Novo a todos e bora lá botar o site em dia.
Passada a ressaca do Desafio Marcio May e com a decisão de passar a treinar o pedal com auxílio de treinador e planilha, no domingo, 15/12/2013, acordei cedo e botei o pé na estrada, saindo de casa em direção ao Centro da cidade, para fazer a antiga ligação Velha/Garcia, fechada desde as chuvas de 2008, atualmente conhecida dos aventureiros de plantão como a Trilha do Morro do Gato.
Idéia na cabeça, entrei pelo Bairro da Velha, até no Trevo do Tomio(Vulgarmente conhecido como onde a velha abre as pernas), onde segui pela Governador Jorge Lacerda, quase até no final com a José Reuter, ali entrando pela Bruno Rudiger e depois pela Wili Henkels.
A partir da entrada na Wili Henkels, a estrada é de macadame e logo começam algumas subidas.
As subidas vão aumentando, a estrada estreitando, até num ponto onde já não parece mais estrada e sim um inicio de trilha.
A partir desse ponto a estrada vira definitivamente uma trilha com bastante erosões e passa a ser mais técnica, exigindo cuidado e sendo um teste para mim que nunca fui muito trilheiro.
Após esses dois locais, chegasse ao topo mais alto do caminho e depois começa a descida em direção ao Zendron, já na Garcia, o que não quer dizer que seja fácil, pois a trilha esta erodida em alguns pontos, com pedras em outros, lama e o rio passando em alguns trechos.
Depois dessa última foto, já se avistam as primeiras casas no final do Zendron, faltando apenas cruzar uma laje de pedra e um pedaço de trilha estreita no barranco onde quase comprei meu primeiro terreno com essa bike.
Depois de chegar na civilização foi só morro abaixo e uma parada estratégica num mercadinho na Rua das Missões para abastecer de água e tomar uma cerveja para ajudar na hidratação e toca embora para casa.
Numa avaliação pessoal, foi um bom pedal, mesmo contando a trilha, consegui manter uma média dentro dos padrões de um Audax, não terminei excessivamente cansado e a bicicleta continua se mostrando cada vez melhor a medida que vou me acostumando com ela. Abaixo seguem os dados do percurso no Wikiloc e no Strava pro caso de quem não conhecer o local, quiser estudar o percurso.
(Imagens no álbum de fotos)
Bem, por hoje é só, nos próximos dias posto os detalhes da travessia pelo Morro do Sufoco e o Pedal de Fim de Ano para a Praia do Ervino.
Um forte abraço e bons pedais.
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7° Desafio Márcio May de Ciclismo de Estrada e Mountain Bike em Rio do Sul!!!

E eis que se aproximava o final de novembro, chegando dia 01/12/2013, para enfrentar a já tradicional prova do Desafio Márcio May de Ciclismo de Estrada e Mountain Bike em Rio do Sul, mais de 1000 atletas inscritos e o temor pela temida subida da Serra de Presidente Nereu.
Dia 30/11, sábado, deixei a familia em Rio dos Cedros e parti para Rio do Sul, hotel arranjado na última hora, fiz o check in, no Hotel Schreiber e peguei a bike para ir retirar o kit da prova. Momento para encontrar vários amigos, o Roberto de BC, do grupo PEDALADAS, a turma de Joinville, o Deivi(Cabelo) e esposa, o Jefo, o Maneca, a Jackllini de Navegantes, o Fabio e sua turma de BC e por ai vai, amigos virtuais se tornando reais no mundo da bike.
Kit na mão, era chegada a hora de voltar ao hotel, preparar a bike, jantar, estudar mais uma vez o percurso e se preparar para o martírio, já que serras nunca foram o meu negócio e teria quase 5km de subidas da boa pela frente.
Uma noite bem dormida, um café da manhã bem reforçado no hotel e dá-lhe partir para a largada, defronte ao Posto Seola a uns 3km do hotel. No caminho ainda tive a satisfação de encontrar o Rider/Super Randonneur Ronnie de PG, que veio dar aquela força com seus filhos, antes da largada encontrei ainda os Riders também de PG, o Anderlee Lach e o Gilmar Mohr, mas estes iriam competir, trocamos cumprimentos e cada um foi se refugiar consigo mesmo aguardando a hora de partir, eu com um frio na espinha só de imaginar a subida de Nereu.
Chegada a hora de alinhar e partir para o tudo ou nada. Já havia avisado para minha esposa que possivelmente levaria 3 horas para terminar o percurso, o que pela dificuldade, seria uma vitória pessoal, pois calculava que demoraria muito na subida. Fui no meu ritmo, sem me estressar, mas fui melhor que imaginava e consegui até mesmo brincar de escalador e ultrapassar vários outros bikers na serra.
Quase no topo da serra tive a grata surpresa de encontrar os amigos e parceiros Marcos e Nicole da Happy Bike, meus patrocinadores, que vieram dar apoio aos amigos que participavam e a Nicole curtindo o hobby dela que é tirar belas fotos de ciclismo. Foi uma energia extra, estava no mesmo local também o Ronnie com seus filhos nos incentivando.
Hidratação feita no topo da serra, sem parar, foi partir ao retorno e já planejava fazer isso a toda e tentar caçar alguns pelo caminho, o que realmente aconteceu, ultrapassei alguns e empaquei em um biker que eu ultrapassava e ele atacava de volta e ficamos nos estranhando assim até faltar uns 5km, onde ele ficou para trás.
Dali em diante parti para pegar dois, os quais foi tranquilo e mais um a uns 20 metros da chegada e que acabou chegando 1s na minha frente, mas ao menos foi muito divertido, nesses últimos km a pegada foi tão forte que o batimento passou em muito o que tinha dado na subida de Nereu.
Para mim, o saldo foi extremamente positivo, fechei a prova em 2:41, quase 20 minutos abaixo da minha idéia inicial, tirei mais algumas fotos e segui meu caminho para voltar para casa.
Passada a prova, só me resta dizer que foi um fechamento de temporada com chave de ouro, pois fiquei alguns meses sem treinar corretamente, mas mesmo assim fechei o Desafio com bom tempo, um mês antes, também em Rio do Sul, fechei meu Audax 200, com tempo de folga e termino o ano com bons apoiadores/patrocinadores, que me proporcionaram a possibilidade de adquirir uma bike nova e ainda a contratação de um treinador, o Pinguim, que desde o inicio da semana me passa os treinos.
(Imagens no álbum de fotos)
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Só posso agradecer ao Marcos, a Nicole e toda a equipe da Happy Bike pela confiança depositada, ao Silvio da Cúpula Criativa que montou o site e ainda trabalha nos acertos finais, bem como criou a minha camisa para 2014, ao Elton da Academia Impacto Fittnes que me apoia nas necessidades de treinos mais específicos de musculação e aos irmãos Adilson e Silvano Balsanelli de Benedito Novo que confeccionaram as camisas e também entraram de apoiadores na minha idéia.
Meu muito obrigado a todos eles e a minha esposa e filhos por me apoiarem e entenderem as horas de ausência quando boto o pé na estrada para treinar ou competir.
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7° Desafio Marcio May em Rio do Sul

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Domingo é o dia, agora não tem volta.

7°Desafio Márcio May de Ciclismo de Estrada e Mountain Bike.

Domingo o bicho pega nas ruas de Rio do Sul, eu quero um desses troféus na minha estante….

 

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Conquistas dos amigos no fim de semana.

Parabéns aos amigos Silvio das Neves Junior, Jackllini Maciel Tessari, Roberto Marcel Boettger, Ana Luísa Panini, José Antonio Vieira, Fernando Santos e por meio destes, parabéns a todos os amigos que tiveram suas conquistas no fim de semana esportivo. Parabéns galera. Semana que vem o bicho pega em Rio do Sul.

(Imagens no álbum de fotos)

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Feriado da República, 15 e 16/11/2013 no Circuito do Vale Europeu de Cicloturismo.

Antes de mais nada, cabe mencionar que o Facebook, foi uma ferramenta que me levou de volta aos pedais, inclusive num nível que eu não havia feito mesmo nos meus bons tempos nos anos 90.

Assim, desde minha volta ao pedal no ano passado, tenho feito amizades pelo Face, com ciclistas dos mais diversos tipos, desde ciclistas que usam a bike como meio de transporte, como simples hobby, cicloturistas e claro, atletas.
Muitos destes vou conhecendo aos poucos pessoalmente, em provas como o Desafio Marcio May e o Audax.
Esse feriadão não foi diferente, estava tudo programado para pedalar dois dias no Vale Europeu, com o Dorgivan, de Mossoró/RN e com o Gil Chaves e sua turma, o Pedalada da Noite. Depois de muitos contratempos, tendo em vista que eles pedalariam desde o dia 14, quando para mim ainda surgiu um compromisso profissional, bem como as agendas de ambos não coincidiram em nenhum dia, chegou a hora de pedalar.

DIA 15/11 – 1° DIA(dias 2 e 3 do Circuito-Pomerode/Indaial e Indaial/Rodeio)

Agenda acertada com ambos, ficou decido que pedalaria no dia 15 com o Dorgivan, no trecho compreendido entre Pomerode e Rodeio, tendo por base ambos os dias a casa dos meus sogros em Rio dos Cedros, de onde parti para Pomerode, num amanhecer belíssimo.
Localidade de Santo Antonio-Rio dos Cedros.
Chegando em Pomerode, encontrei o Dorgivan na Pousada Max e partimos no caminho para Indaial, que dá 40.1 kms, percorremos o breve trecho pela cidade até na entrada do Wunderwald que é o início do dia 2. Seguimos pela estrada, com meu amigo Potiguar extasiado com o visual, até que começamos as subidas, as quais o amigo não esta tão acostumado, mas de qualquer forma, ele subiu bravamente sem reclamar ou correr.
Seguimos por esse caminho, com o Dorgivan admirado pela natureza, abastecemos água no caminho numa casa, seguindo firmes em direção ao Vale do Selke, onde pegamos a direita para cruzar a Rodovia Blumenau/Pomerode, para na rodovia novamente andar a direita e entrar na localidade de Ribeirão Souto, que leva em direção a divisa Pomerode/Timbó, na localidade da Mulde, subidinha longa no caminho, mas nada que assuste.
Passadas as subidas chegamos na Mulde, onde pegamos a esquerda em direção a Indaial, onde no caminho teve uma paradinha estratégica para uma manutenção de leve na “nave” do Dorgivan.
Dali seguimos caminho pelas bucólicas estradas de macadame até chegarmos na BR 470, a qual tínhamos que atravessar, para segui caminho até no centro de Indaial, atravessar a Ponde dos Arcos onde finaliza o dia 2, aqui cabe um elogio ao Moacir da Amorim Bikes, pois como era a referência para carimbar o passaporte e era feriado, resolvi ligar ao celular que estava na placa apenas para ver em qual outro local poderíamos carimbar o passaporte do amigo e o mesmo me respondeu para aguardar, pois ele viria a loja para abrir e carimbar o passaporte, o que ele fez rapidamente, nos recebendo super bem e ainda conversando um pouco sobre o percurso para Rodeio e locais para almoçar.
Nesse ponto inicia-se o dia 3 do Circuito, com 26.9km em direção a Rodeio, trecho basicamente plano, sem maiores problemas, saindo da cidade de Indaial, pega-se um bom trecho de asfalto, onde dá para girar numa boa velocidade, no caminho, pegamos um desvio para olhar a Ponte Pênsil no Warnow, que liga a BR 470.
Retornando a estrada geral, passamos por uma bela construção enxaimel, a Igreja Luterana do Warnow e a belíssima ponte coberta, agora já quase na divisa com Ascurra.
Passada a ponte, mais alguns quilômetros e estavamos na BR 470 em Ascurra, a qual margeamos por um percurso, entramos na cidade,tiramos umas fotos da Igreja do centro de Ascurra para logo seguir em direção a Rodeio.
Acompanhei o companheiro de pedal até o local onde ele passaria a noite, Pousada Stolf, fizemos um abastecimento num barzinho e segui de volta a Rio dos Cedros, onde passaria a noite para no dia seguinte girar em maiores altitudes.
Passados mais alguns kms estaria de volta em Rio dos Cedros para lavar a bike e lubrificar e descansar para o dia seguinte, tendo fechados 118kms.
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DIA 16/11 – 2° DIA(dia 5 do Circuito-Dr Pedrinho/Alto Cedros)

Depois de uma bem dormida noite, era chegada a hora de partir as 06:00 da matina do centro de Rio dos Cedros em direção a Dr Pedrinho, onde encontraria a turma do amigo baiano Gil Chaves e o Pedalada na Noite, para com eles andar os 34,8kms, que ligam Dr Pedrinho a Alto Cedros.
Saindo de Rio dos Cedros, fui pelo asfalto até Dr Pedrinho, passando por Timbó e Benedito Novo, subidas fortes entre Benedito Novo e Alto Benedito e depois até Dr Pedrinho, mas com um visual de arrepiar quem curte a natureza.
Chegando em Dr Pedrinho, fui encontrar a galera na Bella Pousada, próximo ao Centro da cidade, onde conheci pessoalmente o Gil e todos os outros da turma do Pedalada na Noite, Fernando, Alexandre, Fátima e todos os outros que não cheguei a gravar o nome.
Saindo da Pousada, fomos ao mercado para um abastecimento estratégico, tendo em vista que no caminho até Alto Cedros e mesmo adiante, não teria opção de se abastecer abastecimento feito, era chegada a hora de começar a pedalarmos, inclusive com a grata surpresa de ver várias crianças pedalando juntos. Hora também dos adultos baterem fotos no meio dos arrozais e outros locais a margem do caminho, tendo como primeira meta a chegada no Véu da Noiva.
Passado o relaxamento do banho no Véu da Noiva era chegada a hora de se abastecer(e que abastecimento, esse povo tem motor flex…) e se preparar pro que estava pro vir, com uma das partes mais desafiadoras do Circuito em matéria de altimetria e trechos desertos.
Passada uma das mais longas subidas chegamos no meio do reflorestamento de pinus, a divisa entre Dr Pedrinho e Rio dos Cedros, no ponto mais alto do Circuito, onde tive uma visão do que é um grupo de pedal organizado e precavido, além de terem no grupo um baiano que fala alemão, também tem um Professor Pardal no grupo com síndrome de Mac Gyver, que tem inclusive rolo de linha e agulha no kit de ferramentas para eventualidades.
Passado o ponto mais alto, tinha um trecho mais tranquilo de pedal, nos aproximamos da travessia de rio num dos pontos mais belos de todo o circuito, atravessando a floresta de pinus, a pequena casinha entre as arvores e o ribeirão de águas límpidas atravessando a estrada.
Enquanto aguardava o restante do grupo chegar para bater algumas fotos, passou por mim a Dobló de um grupo, dirigida por um cara que não lembro o nome que trabalha pro consórcio que administra o Circuito, cara muito gente boa que algumas dezenas de kms depois parou a beira da estrada para ver se ei precisava de ajuda ou carona antes de chegar de volta no Centro de Rio dos Cedros, carona que obviamente recusei.
Passada a travessia do ribeirão, chegamos a um dos últimos pontos mais densos do agora reflorestamento de eucalipto, para uma parada para fotos e reagrupamento antes de chegar a Barragem do Pinhal em Alto Cedros e as últimas fotos que tirei, visto que depois a bateria arriou e começou a chover forte, chuva essa que me seguiu até no Centro de Rio dos Cedros, pedalando uns 45kms sob chuva forte.
Ao chegar na Barragem do Pinhal, pedalei com o grupo até na boca da barragem, onde eles entraram no Pinheirinho, para a Pousada do Duwe e eu peguei a direita na geral, em direção ao Centro de Rio dos Cedros, após nos despedirmos e conversarmos um pouco.Fica aqui o agradecimento ao Gil e ao restante do grupo, pela hospitalidade demonstrada e os parabéns pelo bem organizado e entrosado grupo. Passado o momento despedida, uma paradinha rápida no Ess Haus para um lanche e um refri e depois pu na máquina até no centro de Rio dos Cedros sob chuva forte e comendo areia e lama cada vez que abria a boca.Dali em diante foi um tiro só, tendo em vista que é só descida até na cidade, para nesse segundo dia de pedal no feriado, fechar mais 114kms rodados.
Bem, passados os dois dias de pedal só dá para esperar pelo próximo feriado em que tenha a opção de acompanhar mais algum amigo por algum roteiro no nosso belíssimo Vale e espero que todos tenha gostado do relato, sintam-se a vontade, leiam, curtam, comentem e compartilhem.
(Imagens no álbum de fotos)
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FALTA DE TRANSPARÊNCIA DE ALGUNS LOJISTAS EM SUAS PROMOÇÕES.

Gostaria apenas de registrar minha admiração pela transparência total da Ciclo Vil Bike, ao NÃO DIVULGAREM SOBRE QUEM RECEBEU AS INSCRIÇÕES da promoção que divulgaram em seu perfil na quarta feira de noite de que o Jânio Vicente Rossa tinha deixado com eles 20 inscrições que seriam distribuídas as 20 primeiras pessoas que mandassem msg inbox. Mandei uma mensagem alguns minutos depois, sendo que essa foi visualizada na quinta de tarde as 13:44 hrs. Mesmo após questionamento pelo perfil da loja sobre quem teriam sido os ganhadores das inscrições, os mesmos mantiveram-se silentes sobre o assunto. Se o caso foi por eu não ser de Floripa, na próxima vez avisem e se não, sejam transparentes após a promoção. Não pelo valor da inscrição e tal, pois em principio eu não iria pois de momento meu foco é outro, mas como tinha visto a promoção e muitos amigos vão, pensei comigo, o que custa, qualquer coisa vou para me encontrar com os amigos e brincar um pouco. Posso também não ser um cliente da loja, mas tenho amigos em muitas lojas e todos sabem que o que prezo é a transparência. Estou desde a semana passada colocando no ar o site e aos poucos pretendo oferecer aos leitores do site, inscrições e outros brindes, tendo em vista que o site desde a primeira publicação registra média diária de 100 acessos, farei isso, mas com transparência. FICA A DICA.
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Brasileiros no Ultraman do Hawaii

Quero aqui fazer menção e desejar sucesso na empreitada ao Antonio Nascimento, daqui de Floripa, mas competindo por Portugal e ao Alexandre Tremel, também de Floripa e que estão prestes a ir ao Hawaii para o Ultraman World Championships, é uma das mais fortes prova do calendário internacional de provas no estilo endurance. Tão forte a prova e tão seletos os atletas que apenas convidados entram na disputa. A prova se divide em 3 dias, sendo composta por 10km de natação, 420km de ciclismo e finalizando com duas maratonas, 84km. Boa sorte a ambos e que os árduos treinos lhes tragam bons resultados. Para maiores detalhes da prova:  http://ultramanlive.com/
Como diriam os havaianos, MAHALO AMIGOS!!!
Alexandre Tremel
Antonio Nascimento
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Calendário Audax Floripa 2014

Boa tarde galera que adora um passeio mais punk, o pessoal do Audax Floripa divulgou o seu calendário de eventos para a temporada 2014. Lembrando que quem tiver interesse no Paris Brest Paris em 2015, precisa fechar duas vezes a série ainda.

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Quase saindo do forno o relato dos 232kms pedalados em parte do Vale Europeu no feriadão.

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DEFINIDO O PRÓXIMO EVENTO, DESAFIO MÁRCIO MAY EM RIO DO SUL.

CATEGORIA MTB MASTER (40-44 ANOS) 60,2K 

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Série #Desafios2014, o Pedal da Conquista do Morro do Saco em Pomerode.